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Jun 6, 2015

REVISORES APONTAM 20 CONSEQUÊNCIAS DA APROVAÇÃO DA PROPOSTA DE LEI

Com vista à salvaguarda do interesse público e à confiança dos stakeholders e investidores na informação financeira divulgada pelas empresas, a Ordem dos Revisores Oficiais de Contas alerta para as consequências da aprovação da Proposta de Lei de transposição da Directiva de Auditoria.

Logo_OROCLisboa, 16 junho 2015 – Não tendo sido solicitada a participação ou convidada para a discussão sobre a Proposta de Lei de transposição da Directiva de Auditoria, aprovada na generalidade na Assembleia da República, a Ordem dos Revisores Oficiais de Contas (OROC) aponta a perda de controlo, quando se tem defendido mais rigor, mais transparência e verdade das contas, como a principal implicação da sua aplicação, nos moldes que vieram a conhecimento público.

Para José Azevedo Rodrigues, Bastonário da OROC, “A auditoria não nasceu por imposição legal. Nasceu por exigência dos utilizadores da informação financeira: sócios, investidores, financiadores. A auditoria vem a ser imposta por lei quando os governos reconhecem o contributo da auditoria para a transparência da informação financeira das entidades. Esta Proposta de Lei desvaloriza o papel dos Revisores na salvaguarda do interesse público”.

Concentração no mercado, falta de independência do Supervisor, um abandono quase certo das pequenas firmas de Auditoria e a falta de capacidade de atractividade de jovens para a profissão, serão apenas algumas da consequências das vinte apresentadas pela OROC.

Uma explicitação mais aprofundada da posição da OROC encontra-se disponível aqui.

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