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Set 19, 2017

Aprenda a Gerir conflitos nos Social Media: Conheça o que correu mal

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Nem todas as empresas vingarão no mundo digital, mas é cada vez mais difícil ficar de fora.

Fique a conhecer situações que correram de forma inesperada e aprenda alguns truques para uma melhor gestão dos seus social media.

É impossível contar os exemplos de má utilização ou gestão de redes sociais no que toca a organizações e empresas, seja por falta de preparação para a receção de críticas ou por dar respostas erradas aos clientes, o que se reflecte negativamente reputação das suas marcas.

“Nem todas as empresas terão sucesso, mas torna-se cada vez mais difícil estar fora das redes sociais. Tal como o telefone ou o fax, passarão a ser cada vez mais uma utilidade e não tanto um custo desnecessário”, afirma Armando Alves, responsável pela área de dados e marketing digital da Fullsix, agência de marketing interativo.

No ano de 2010, a Ensitel que conheceu o poder das redes sociais.

Depois de uma cliente ter utilizado o seu blog pessoal para fazer queixas, recebeu pedidos por parte dos advogados da empresa que pediam que retirasse as declarações do blog.

Esta situação originou muitas críticas à marca no Facebook e no Twitter e alguns comentários acabaram por ser removidos, o que agudizou a fúria dos internautas. A empresa acabou por retirar a ação contra a utilizadora.

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Já em 2012, descobriu-se que a história de amor entre o jovem que andava “à procura de Diana”, e a “Diana” que afinal não existia, não passava apenas de uma campanha da marca Cacharel.

Em menos de duas semanas, a página da ‘procura’ pela ‘Diana’ angariou mais de 29 mil apoiantes, perto de 40 mil partilhas e centenas de comentários de apoio, enquanto o jovem aparecia em vários locais de Lisboa com cartazes, na esperança de encontrar a rapariga misteriosa.

Quando a marca de perfumes revelou que se tratava de marketing, os seguidores manifestaram o seu desagrado no Facebook.

Estes são apenas dois exemplos de má gestão ou más acções de comunicação, pensadas apenas na perspetiva da marca.

“As marcas não devem ser irrelevantes, arrogantes ou manipuladoras, pois desse modo não conseguirão obter a confiança e manter uma relação com o seu público”, defende Joana Carravillas.

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