
A Omniscience é o mais recente player do setor da educação em Portugal e destaca-se com uma oferta disruptiva: planear e desenhar percursos académicos personalizados, adaptado ao potencial e às ambições de cada aluno. A consultora educacional pioneira em Portugal redefine o papel do educador num novo conceito: Arquitetos Educacionais.
A consultora cria um conceito para o papel do educador – o Arquiteto Educacional –, que tem como função a construção de sistemas de aprendizagem que acompanham o crescimento integral do estudante, diferenciando-se do sistema tradicional de ensino.
Com esta proposta, a Omniscience traz ao mercado português uma visão inovadora: transformar a tecnologia e o conhecimento em experiências educativas de elite, orientadas para resultados de longo prazo e para a formação de indivíduos autónomos, conscientes e preparados para a vida.
Através de plataformas próprias e metodologias inovadoras, que permitem um acompanhamento contínuo e personalizado, a nova consultora coloca a tecnologia ao serviço da educação, com o intuito de tornar a aprendizagem mais eficaz e mensurável.
“Vemos a inovação como uma obrigação moral: repensar a metodologia, aproveitar ferramentas inteligentes e redesenhar o processo de cada aluno com precisão e relevância”, diz o CEO da Omniscience
Segundo Miguel Monteiro, “a Omniscience assume-se como alternativa ao modelo tradicional, encarando a educação como um ecossistema onde a tecnologia, o rigor, o acompanhamento pessoal e a integração do contexto total do aluno se articulam para maximizar o potencial académico (e humano). Cada percurso é pensado como um sistema vivo, que integra as famílias, as escolas e as comunidades”.
A proposta da consultora vai além dos resultados escolares – prepara os jovens para os desafios futuros com autonomia e propósito.
“A educação deve ser desenhada como um sistema vivo que acompanhe o aluno de forma personalizada, integrativa e estratégica, com foco no desenvolvimento holístico do indivíduo, e não apenas na sua performance escolar. Formamos pensadores e não alunos complacentes que memorizam e esquecem.”, acrescenta Miguel Monteiro.

