Os risco e benefícios no planeamento de uma campanha

A reputação é um dos bens mais preciosos de qualquer organização. É um processo que demora anos a construir e pode ser destruída ao mínimo erro. Nesse sentido, o planeamento de qualquer campanha deve ter em conta todos os riscos inerentes à mesma.

Contudo, e tal como temos vindo a abordar em artigos anteriores, uma campanha bem pensada deve ter sempre um rasgo de genialidade e de surpreendente. O equilíbrio entre esse tal rasgo e os riscos de uma ação mais arrojada não é, de todo, fácil. É este um dos principais desafios que hoje é colocado a qualquer profissional de comunicação.

A ação levado a cabo no ano de 2018 pela Huawei é um bom exemplo do que acabamos de referir. Aquando do lançamento de um novo iPhone, a gigante tecnológica chinesa decidiu distribuir power banks a quem estava na fila para comprar o novo telemóvel da Apple. O produto em causa estava a receber muitas críticas por parte dos especialistas devido à pouca duração da bateria.

A ação envolveu um elevado grau de risco reputacional e não foi, certamente, bem aceite por parte dos responsáveis da Apple e também pelos seus consumidores. Também não sabemos quais os proveitos que a empresa chinesa retirou de uma ação com características tão particulares. No entanto, a verdade é que a ação em causa foi, no mínimo, surpreendentemente.